O registro de software de uso médico (SaMD) na ANVISA é uma exigência que ainda gera dúvidas em muitas empresas que desenvolvem soluções digitais para o setor médico.
Isso acontece porque nem todo software precisa passar pelo mesmo tipo de regularização, mas quando ele interfere em diagnóstico, monitoramento, prevenção ou tratamento, a avaliação regulatória deixa de ser opcional.
Na RAGB trabalhamos justamente para ajudar empresas a entenderem esse enquadramento com segurança, evitando decisões equivocadas que podem atrasar lançamentos, causar problemas técnicos e trazer riscos legais.
A ANVISA regula softwares que se enquadram como Software as a Medical Device (SaMD), ou seja, soluções que são operadas por médicos, biomédicos, dentistas, laboratórios e outros profissionais de saúde, dependendo ou não de um hardware específico.
Na prática, isso inclui sistemas capazes de:
A lógica regulatória é simples: quando o software processa dados relacionados à saúde, ele pode ser registrável junto à ANVISA e precisa demonstrar segurança e confiabilidade.
Esse controle é definido principalmente pelas RDCs 657/2022 e 751/2022, que organizam critérios técnicos para enquadramento, classificação de risco e regularização.
Nem todo software usado na área da saúde exige registro ou notificação.
A primeira etapa é entender a finalidade real do produto.
Softwares normalmente sujeitos à ANVISA incluem:
Já sistemas com finalidade exclusivamente administrativa geralmente ficam fora desse enquadramento, como:
A regularização junto à ANVISA não serve apenas para atender uma exigência documental.
Ela demonstra que o software foi analisado sob critérios técnicos relacionados à segurança de uso.
Se o software atua em situações com possibilidade de dano grave, deterioração clínica ou risco de morte, o processo regulatório é mais rigoroso.
Além disso, empresas desenvolvedoras precisam atender exigências adicionais, como autorização de funcionamento e estrutura documental compatível com fabricante regulado.
Nós da RAGB conduzimos essa leitura técnica de forma personalizada para softwares que possuem particularidades próprias.
Muitas empresas descobrem tarde demais que o software precisa ser regularizado.
Quando isso acontece, os impactos podem ser significativos.
Entre os principais riscos:
Na prática, o maior desafio está em definir corretamente o caminho regulatório.
Nós da RAGB oferecemos suporte especializado para:
Nossa consultoria atua justamente para traduzir a norma para a realidade do produto.
Se sua empresa desenvolve soluções digitais para diagnóstico, monitoramento, prevenção ou apoio clínico, o melhor caminho é avaliar o enquadramento regulatório antes de avançar comercialmente.
Conte com o suporte da RAGB para seu registro de software de saúde na ANVISA e evite retrabalho e riscos futuros.
Fale com nossa equipe e entenda qual é o caminho regulatório ideal para o seu software.