Empresas que fabricam, importam ou distribuem correlatos para o mercado farmacêutico frequentemente enfrentam a mesma dúvida na hora de lançar um novo produto: qual é o enquadramento regulatório correto? Cadastro, notificação ou registro completo?
A RAGB, especialista em assuntos regulatórios junto à ANVISA, atua na resolução desse tipo de questão, e o erro de enquadramento é, de longe, o problema mais recorrente que identificamos antes de um produto chegar ao mercado.
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Correlatos, ou produtos para saúde, englobam materiais e dispositivos usados em contextos médicos, odontológicos, laboratoriais e de cuidado pessoal, sem finalidade farmacológica.
Vão de itens simples, como gazes, ataduras, esparadrapos, a dispositivos mais complexos, como inaladores, cateteres e equipamentos com componentes eletrônicos.
Apesar de não serem medicamentos, compartilham com eles a exigência de controle sanitário rigoroso, dado o risco potencial associado a falhas de fabricação ou uso incorreto.
Depende diretamente da classe de risco e da finalidade do produto. Itens de menor complexidade costumam se enquadrar em cadastro simplificado. Dispositivos mais complexos, com partes eletrônicas, uso invasivo ou processos de esterilização, geralmente demandam registro sanitário, com dossiê técnico, laudos de desempenho e documentação de fabricação.
Não existe uma regra genérica aplicável a toda a categoria. Cada produto exige avaliação individual, e é justamente nessa etapa que enquadramentos equivocados costumam comprometer o restante do processo.
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Medicamentos atuam por ação farmacológica. Correlatos e produtos para saúde atuam por meios físicos, mecânicos ou funcionais, sem interação química com o organismo.
Essa distinção define a rota regulatória a seguir, os documentos técnicos exigidos e a área da ANVISA responsável pela análise. Um enquadramento impreciso nesse ponto reflete diretamente na condução de todo o processo.
A ausência de regularização expõe a operação a consequências:
Vale destacar: apenas produtos regularizados são alvo de fiscalização sistemática pela ANVISA, o que reforça a regularização como fator de competitividade, não apenas de compliance.
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O enquadramento é a etapa que determina o sucesso, ou o fracasso, de todo o processo regulatório. Um erro de classificação nessa fase resulta em:
Por isso, a análise de enquadramento deve ser o primeiro passo.
Nós da RAGB atuamos como parceiros de fabricantes, importadoras e distribuidoras de correlatos, com orientações sobre:
Com índice de deferimentos superior a 90% em 2024, a RAGB auxilia durante todo o processo regulatório do seu correlato, com precisão técnica e agilidade.
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Fale com um especialista da RAGB e avalie o enquadramento do seu produto antes de comprometer prazos e investimentos.